"Uma lenda, duas lendas, tantas lendas…" – Alan


Narciso
Diz a lenda que muitos anos atrás morava em uma floresta Narciso, um homem egoísta e vaidoso.
Ele dizia que jamais se apaixonaria por alguém, jamais seria ferido pelas flechas de Eros.
Um dia Narciso sentiu que alguém estava perto dele e foi logo perguntando:
_Quem está se escondendo aqui? _ perguntou Narciso.
Uma ninfa chamada Eco,que tinha esse nome porque só podia falar só as ultimas silabas, respondeu:
_ Aqui.
_ Vamos apareça _ ordenou Narciso. _ Quero ver você.
_ Ver você! _ repetiu a ninfa.
Eco aproximou-se do rapaz, mas nem a beleza dela conquistou Narciso.
_ Dê o fora! _ gritou Narciso. _ Por acaso pensa que eu nasci para ser um de sua espécie? Sua tola.
_ Tola! _ repetiu Eco chorando.
A deusa do amor não poderia deixar Narciso impune depois de fazer essa maldade.
Um dia Narciso sentiu sede e foi beber água, quando se debruçou, Eros atingiu-lhe uma flecha.
Narciso acabou se apaixonando pelo seu próprio rosto. Ficou dias e dias até morrer ali mesmo.
Eco ficou chorando ao lado de Narciso até amanhecer. Narciso não estava mais lá, mas no lugar dele havia uma linda flor que hoje é chamada de narciso, a flor da noite.

Reescrito por Alan Junio de Souza

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"Uma lenda, duas lendas, tantas lendas…" – Bruna

Pandora
Há muito tempo, Prometeu conquistou a dádiva do fogo.
Um dia Zeus mandou Hefesto fazer uma mulher de barro tão linda como uma deusa, que tivesse olhos e movimentos.
    A deusa Atena colocou nela um vestido branco, Três Graças colocaram uma coroa e ela recebeu seu nome de Pandora.
        No outro dia, Zeus mandou Hermes ensinar Pandora a falar mentiras e deu a jovem como presente a Epimeteu.
    Ao vê-la, Epimeteu não se lembrou de que Prometeu havia dito para ele não receber presentes de Zeus e aceitou-a.
    Passado um tempo, Pandora avistou um jarro muito bem lacrado, ela aproximou-se do jarro, mas seu marido disse que ela nunca deveria abri-lo.
Quando o marido saiu, a jovem foi correndo abrir o jarro lacrado. Mal levantou a tampa, os espíritos do mal: o Ódio, a Doença, a Vingança e a Loucura saíram, mas Pandora consegui prender um único espírito: a Esperança.
    Assim Zeus conseguiu o que queria, usando curiosidade e as mentiras da jovem para espalhar o mal a toda humanidade, tornando os homens cruéis.
Reescrito por Bruna Vitoria da Silva Afonso

"Uma lenda, duas lendas, tantas lendas…" – Caroline

Maria Pamonha
Era uma vez uma mulher chamada Maria Pamonha
Um dia Maria Pamonha entrou no quarto do filho da patroa e falou para o rapaz:
_ Me leva ao baile?
_ O que pensa que eu sou para levar-lhe ao baile comigo?  Ponha-se no seu lugar ou quer levar uma sapatada?
Maria Pamonha saiu do quarto. À noite o rapaz foi ao baile. Ela banhou-se no poço, colocou um vestido bem bonito e foi ao baile sozinha.
Todos ficaram deslumbrados com a beleza da moça os rapazes diziam:
_ Donde você veio?
_ Ah, eu venho de muito longe, eu venho da cidade de Sapatada!
Acabou o baile e ela foi embora.
Chegando em casa, Maria Pamonha dormiu.  
No outro dia tinha outro baile. Maria Pamonha pediu para o filho da patroa levá-la novamente e ele respondeu:
_ O que pensa que eu sou para levar-lhe ao baile comigo?  Ponha-se no seu lugar ou quer levar uma espetada?
Maria Pamonha saiu do quarto. À noite o rapaz foi ao baile. Ela banhou-se no poço, colocou um vestido bem bonito e foi ao baile sozinha.
Todos ficaram deslumbrados com a beleza da moça os rapazes diziam:
_ Donde você veio?
_ Ah, eu venho de muito longe, eu venho da cidade de Espetada!
Acabou o baile e ela foi embora.
O rapaz sentiu uma dor no peito de tanta paixão. Maria Pamonha pediu para fazer um mingau para o rapaz e a patroa deixou a menina fazer. O rapaz tomou tudo rápido, se curou e Maria Pamonha contou que ela era a moça do baile então ele se casou com a Maria Pamonha. 
Reescrito por Caroline Gonçalves Rodrigues

"Uma lenda, duas lendas, tantas lendas…" – Gabriela

Narciso
Há muito tempo, havia um menino muito bonito, mas era frio e tinha um jeito egoísta de ser. Era muito convencido da sua beleza e sabia que ninguém era mais bonito que ele.
Todos diziam que Narciso nunca seria ferido por flecha de Eros, filho de Afrodite.
Narciso estava na floresta andando quando percebeu que estava sento seguido pela ninfa Eco. O máximo que ela falava eram as últimas sílabas das palavras.
Ninfa Eco imediatamente se apaixonou por Narciso.
Ele falou:
_Quem está aqui? Apareça quero ver você. _ ordenou.
Eco falou em tom alegre:
_ Ver você! _ e foi para perto do rapaz.
Narciso disse:
_ Dê o fora! Eu não sou da sua espécie, sua tola.
_ Tola! _ A ninfa, envergonhada, saiu correndo.
Afrodite não poderia deixar a limpo o que Narciso fez com Eco. Então ela falou para seu filho Eros para flechar o coração de Narciso.
Ele estava bebendo água quando Eros atirou a flecha em seu coração.
Narciso ficou apaixonado pelo seu reflexo. Passou dias e dias sem comer e nem beber, cada dia ele ficava mais fraco.
Assim acabou morrendo ali mesmo, esse foi o castigo que Afrodite deu para ele.
Eco ficou chorando até a noite chegar, de manhã Narciso não estava lá, mas tinha uma flor muito perfumada. Essa é chamada narciso “a flor da noite”.
   Reescrito por Gabriela de Souza Almeida

"Uma lenda, duas lendas, tantas lendas…" – Guilherme

A Lagoa das Guaraíras
Conta a lenda que um índio cansado das lições que recebia, matou e comeu uma criança. Os pais da criança queriam que o Pajé tomasse suas providências.
Como castigo o Pajé ordenou:
_ Entre dentro do rio e não saia sem minhas ordens!
Todas as noites de lua cheia um urro apavorante saía de dentro do rio.
Antigamente pescadores pescavam e traziam sacos de peixes para suas casas, agora não.
Os pescadores jogam as redes, um vulto dentro da água espanta os peixes. Esse vulto era o índio que de tanto ficar dentro da água, a maldição do peixe-boi caiu sobre ele, transformando-o em peixe-boi.
Esse foi o surgimento do peixe-boi, que habita aquelas águas até hoje.
Reescrito por Guilherme César do Nascimento Victorelle 

"Uma lenda, duas lendas, tantas lendas…" – Gustavo

Santo Tomás e o Boi que Voava
Conta a lenda que no convento de São Domingos, entrou de repente um frade gritando escandalosamente:
_ Vem irmão Tomás, vem ver um boi voando!
 O doutor da igreja ergueu-se do seu banco e foi para o meio do mosteiro e começou a olhar para o céu, protegendo os olhos com a mão. Ao vê-lo assim, o frade começou a rir e disse:
 _ Ora irmão Tomás você que acreditou que um boi estivesse voando?
Santo Tomás respondeu, dando uma lição:
 _ Prefiro acreditar que um boi possa voar que acreditar que um religioso possa mentir.

Reescrito por Gustavo Henrique Aparecido dos Santos

"Uma lenda, duas lendas, tantas lendas…" – Marcos

O Negrinho do Pastoreio
No tempo dos escravos havia um estancieiro muito ruim, que levava tudo a gritas e a relho. Naquele fim de mundo fazia o que bem entendia, sem dar satisfação a ninguém.
E havia um negrinho escravo que era responsável pelo pastoreio dos animais, pois naquela época não havia cerca, os limites dos campos eram aqueles colocados por Deus, Nosso Senhor: rios, cerros e lagoas.
Certo dia um animal escapou e o negrinho contou ao estancieiro que ficou muito bravo. O negrinho apanhou uma barbaridade, mesmo assim teve que ir atrás do baio.
Pegou um toquinho de vela e avios de fogo com fumo e tudo e saiu campeando, mas não achou. O dia estava chegando e devia voltar para a estância.
Quando chegou foi amarrado no tronco e apanhou tanto que morreu ou pareceu morrer.
O estancieiro ordenou aos escravos que abrissem a tampa de um formigueiro e lançassem o negrinho lá dentro.
No outro dia foram ver o formigueiro e o estancieiro ficou surpreso ao ver o negrinho lá, de pé, com a pele lisa e sem as marcas das chicotadas, estava junto com Nossa Senhora.
O estancieiro ajoelhou e pediu perdão ao negrinho que não respondeu nenhuma palavra, beijou a mão da Nossa Senhora e foi embora galopando.
Quando você perder alguma coisa, é só pegar um toco de vela ou pedaço de fumo e pedir ao negrinho para ajudar.
Reescrito por Marcos Guimarães de Barros Neto