Mário Marinheiro


Mário Marinheiro from Simone Oliveira

Aprendi essa atividade no 1º Congresso Internacional de Educação do Noroeste Paulista – Oficina: Alfabetização e Letramento – Leitura e Produção de Textos (Profª Elaine Cristina)

Mário Marinheiro
Mário Marinheiro viajava muito e em suas viagens levava livros e papéis de carta, pois gostava muito de ler e de escrever. As cartas que escrevia eram depois dobradas e colocadas em envelopes. Quando chegavam as respostas, ele as desdobrava para ler, dentro da barraca onde ficava acampado, isso quando não estava em alto-mar.
Na barraca, em contato com a vida ao ar livre, Mário Marinheiro podia observar o vôo das aves e os ninhos de passarinhos dos mais variados formatos. Certo dia, Mário Marinheiro percebeu que sua barraca estava precisando de uma pintura na parte da frente e também de uma reforma no telhado, que era reto e passara a ser bicudo.
Á noite, o toldo tinha que ser levantado, primeiro de um lado, transpassando-o para ficar bem preso, e depois do outro.
Mário Marinheiro gostava de construir com papel um chapéu de forma triangular para se proteger do sol. Quando precisava de saquinho para pipoca, copo ou coador, podia obtê-los virando o chapéu para baixo.
Um dia, sentiu que o chapéu que construíra era muito grande e resolveu reformá-lo. Uniu então os pontos do chapéu, como se fosse o bico de um passarinho.
Levantando as pontas que apontavam para baixo, uma para cada lado, Mário Marinheiro obteve um chapéu menor.
Como o chapéu continuava grande, tentou diminuí-lo novamente, repetindo as mesmas dobras.
Mas, arrependido, desdobrou as últimas abas, puxando para fora suas duas pontas.
Qual não foi sua surpresa ao ver o chapéu transformar-se num barco.
Certo dia, navegando em alto-mar, o barco de Mário Marinheiro começou a balançar de um lado para o outro, pois as ondas estavam revoltas por causa da chuva que começara a cair. No céu havia muitas nuvens, que provocavam trovões barulhentos.
De repente, o barco bateu num rochedo, o que lhe arrancou a parte da frente – a proa.
O barco rodopiou e foi arrancada a parte de trás – a popa.
Em seguida o barco emborcou, virando o mastro de ponta cabeça e bateu num recife, perdendo a ponta do mastro. O barco foi então afundando, afundando e se desmanchando. Como Mário Marinheiro sabia nadar e boiar muito bem, pois praticava esportes e tinha muita resistência, foi nadando até a praia e salvou-se… Graças a seu barco que se transformara adivinhe em que?
Numa camiseta salva-vidas.


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