Reescritas de Lendas Folclóricas


Agosto é o mês do Folclore! Trabalhamos com reescritas de algumas lendas do nosso Brasil.
Curupira
            Todo mundo sabe que o Curupira mora na floresta e que fica assustando todos os caçadores. Mas o que você não sabe é que o Curupira não castiga quem caça para matar a fome, mas só quem mata por diversão.
            Ele faz uma armadilha para pegar o caçador malvado.
            Ah, já ia esquecendo! Ele tem o cabelo vermelho, cor de fogo e tem os pés ao contrário, virados para trás.
(Reescrito por Vitória dos Reis Arcanjo – 5º ano B)

Saci- Pererê
                Ele é um negrinho de uma perna só, tem um gorro vermelho que lhe dá poderes.
Esse negrinho aparece todas as noites no sítio do Picapau Amarelo. Ele dá nó nos rabos dos cavalos e acorda todo mundo com suas gargalhadas.
─ Para pegá-lo, deve-se pegar uma peneira com arame fino e uma garrafa com uma cruz na tampa ─ falava a avó de Pedrinho e Narizinho.
Um dia, Pedrinho e Narizinho viram o Saci-Pererê. Pedrinho pegou a peneira e Narizinho a garrafa. Pedrinho pulou em cima dele e colocou a peneira na cabeça dele, Narizinho jogou a garrafa debaixo, onde ele entrou. Pedrinho fechou a garrafa o mais rápido possível.
Assim ficou preso na garrafa por castigo.
(Reescrito por Pedro Domingues de Almeida – 5º ano B)

Saci-Pererê
              Conta a lenda que o saci é um neguinho muito danado e tem uma perna só.
              À noite ele gosta de queimar a comida dos outros, dar nó em rabos de cavalos e espantar as galinhas do galinheiro, deixando-as apavoradas.
Se quiser um dia pegá-lo, é só esperar um dia de bastante ventania. Quando você vir o seu redemoinho, pegue uma garrafa com tampa e coloque no redemoinho.
Retire o chapéu dele porque sem o chapéu o saci não é nada.
Enquanto ele estiver preso, ele não aparecerá de dia, só aparecerá à noite.
Se você acordar no meio da noite e vir o saci, tenho certeza que ele vai implorar dizendo que vai parar de aprontar. É mentira porque esse neguinho nunca vai deixar de ser bagunceiro!
(Reescrito por Guilherme Cesar do Nascimento Victorelle – 5º ano B)

A lenda do saci-pererê
 Diz a lenda que o saci-pererê entrava nos sítios para assustar as pessoas que moravam nas casas.
                O saci assustou uma menina que quase desmaiou de susto. O saci saiu dessa fazenda e foi para outra, ele assustou um menino que saiu correndo para cama de sua mãe e de seu pai.
                      O saci saiu da fazenda com seu cachimbo e foi para floresta.
                     A lenda do saci é verdadeira sim!
(Reescrito por Rafael Alves da Silva – 5º ano B)

Mula-sem-cabeça
            Diz a lenda que há muitos anos uma mulher se casou com um padre e como castigo se transformou em uma mula-sem-cabeça.
            O feitiço só se quebrará se um homem arrancar seu casco.
        Uma mulher não acreditou na maldição e se atreveu a se casar com um padre. À noite ela olhou para lua e se transformou em uma mula que não tinha cabeça.
            No dia seguinte ela estava normal, mas à noite ela se transformou novamente e saiu para a floresta.
            Um homem corajoso foi até ela e salvou-a.
            Nunca mais ela se atreveu a não acreditar nas lendas acontecidas na região.
(Reescrito por Mariane Aparecida Cardoso Passoni – 5º ano B)

Mula-sem-cabeça
            Contam que vagava em um sítio uma mula-sem-cabeça. Ela ficava relinchando, correndo e quando via alguém, cuspia fogo.
            Essa mula era uma mulher que namorou um padre e recebeu esse castigo.
            Um dia um menino estava andando, quando ouviu um barulho. Escondeu-se e esperou para ver quem era. Viu a mula-sem-cabeça.
            Assustado, agachou, mas tomou coragem e foi perto dela. Pegou um galho fino e espetou-a. Ela se transformou em uma mulher magnífica que agradeceu muito.
            Então se lembre: se você vir uma mula-sem-cabeça, espete-a para livrá-la da maldição.
(Reescrito por Gustavo Henrique Aparecido dos Santos – 5º ano B)

O Boto Rosa
            Há muito tempo havia um boto rosa que se transformava em homem para ir aos bailes.
Ele atraía as moças com seu olhar fundo, marcava a hora do amanhecer para as donzelas irem se encontrar com ele perto do rio.
Chegando lá, o homem percebia que tinha alguém por perto e se transformava em boto de novo. As donzelas apaixonadas ficavam esperando…
(Reescrito por Gabriela de Souza Almeida – 5º ano B)

Lobisomem
            Há muito tempo, em um sítio muito distante da cidade rondava um homem muito esquisito e tinha gente que falava que ele se transformava em lobisomem.
            Lá pela meia-noite os vizinhos escutaram um barulho que vinha lá do galinheiro.
            No dia seguinte, quando foram olhar o galinheiro, faltava uma galinha e no caminho da estrada eles acharam aquela galinha morta. Estava sem cabeça. Os vizinhos procuraram o bicho que tinha feito aquilo.
Depois de muito tempo, conseguiram achar. Eles descobriram que era o lobisomem.
Um dos vizinhos matou o lobisomem com uma bala de prata. Depois de morta, a fera voltou a ser homem.
(Reescrito por Weslley Henrique Cardoso Mendes de Lima – 5º ano B)

Lobisomem
            Diz a lenda que o sétimo filho se transformará em uma besta horrível, de olhos avermelhados, grandes garras, pelos.
            Ele é acostumado a andar à noite no cemitério.
            Quando o lobisomem passa na rua, os cachorros começam a latir, correndo atrás dele.
            A maldição pega só no sétimo filho.
(Reescrito por Alan Junio de Souza – 5º ano B)

O Lobisomem
            Ele tem pelos, dentes afiados. É um homem que só se transforma à meia-noite, em noite de lua cheia.
O filho mais novo de sete filhos, se não for batizado, sempre vira lobisomem.
A maldição só acaba ao amanhecer.
(Reescrito por Tiago da Silva Rodrigues – 5º ano B)

Lobisomem
            Diz a lenda que uma mulher teve sete filhos e o sétimo era lobisomem.
Numa noite de lua cheia, o menino que já estava com 13 anos, olhou para lua, uivou e percorreu três cemitérios.
O lobisomem é um homem cheio de pelos, tem dentes afiados, mata pessoas para comer. Sua mão é cheia de unhas grandes.
(Reescrito por Maylon Pereira da Silva – 5º ano B)

Lobisomem
            Diz a lenda que uma mulher que tiver sete filhos, o sétimo será lobisomem.
            Numa noite de lua, o menino de 13 anos virou um bicho cabeludo com os dentes afiados, era um lobisomem muito grande e feio.
            Ele matava as pessoas e comia.
            Mas um dia as pessoas ficaram felizes com a morte do lobisomem.
(Reescrito por Caroline Gonçalves Rodrigues – 5º ano B)

A loira do banheiro
Conta a lenda que antigamente todo mundo gostava de matar aula.
Um dia uma menina pediu à professora para ir ao banheiro. A professora deixou e a menina pediu para uma amiga loira ir com ela.
Chegando lá, a loira escorregou e saiu sangue do nariz e do ouvido dela. Ela morreu. A amiga saiu correndo.
Depois desse dia, todo mundo que gostava de matar aula, ela assustava.
(Reescrito por Bruna Vitoria da Silva Afonso – 5º ano B)



E uma recriação livre com uma personagem de lendas folclóricas:

Pisadeira
          Muitas pessoas falavam que Pisadeira é uma pessoa que aparecia no cemitério para assustar as crianças que passavam por lá.
          Ela é peluda e fica no caixão para assustar as crianças.
          Certo dia uma menina e um menino de 14 anos foram de noite entregar flores para o avô que tinha morrido. Eles entraram pelo portão e foram mais perto do avô, mas a Pisadeira estava lá.
          Quando a menina olhou para a Pisadeira, gritou e morreu. Apareceu sangue para todo lado.
Daí em diante, para todo mundo que entrar no cemitério à noite, a Pisadeira aparece e entra em ação.
No caixão da menina está escrito “Cuidado! Perigo! Quem estiver neste local à noite pode morrer…”.
(Reescrito por Marcos Guimarães de Barros Neto – 5º ano B)




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