22 de agosto – Dia do Folclore

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Assassinando as Lendas Brasileiras?

 Mitos e lendas são histórias contadas oralmente através dos tempos. Permutando acontecimentos reais e históricos com acontecimentos alegóricos. As lendas e mitos procuram explicar muitas vezes acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Os mitos sempre possuem um forte artefato simbólico. Os povos antigos não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, principalmente pelo fato da ciência que não era tão avançada quanto é hoje, não havia tecnologia para novos descobrimentos e criavam-se mitos com o propósito de dar sentido os acontecimentos do mundo.

Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar  as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido à vida e ao mundo. Muitas lendas se perderam com o tempo, a magia dos contos e mitos que embalaram antigas gerações e tradições poéticas em nosso país.

Nosso folclore está morrendo, as fábulas e contos que nos levavam para o mundo imaginário através da literatura ou de histórias contadas no intuito de um universo de aprendizado interior. A magia dos contos foi se consumindo ao longo dos tempos e em casa os pais já não contam lendas como, por exemplo, a do saci Pererê, Iara, Corpo-seco, Boitatá entre outras inúmeras lendas folclóricas. Em muitas cidades ainda persistem tais contos como um fator cultural e importantíssimo na riqueza de nosso país, hoje devastado por culturas tecnológicas, entre tantas que se reduzem à modernidade de um mundo consumista e não mais com o brilho da leitura ou de histórias contadas pelos pais ou avós.

Essa cultura do folclore Brasileiro faz a mente do ouvinte ou leitor despertar, tirando lições para o cotidiano. Estão assassinando coisas tão belas que fazem o ser humano ser autoanalítico, contemplar seu meio e viajar sobre forças límpidas da imaginação necessária para se emocionar ou sorrir diante das dificuldades cotidianas.

No conjunto de tudo que podemos chamar de folclore de uma terra; a comida, parlendas, danças, vestuário e muito mais, pergunto: Quantas crianças da atual geração conhecem algum cântico do nosso rico e vasto histórico de lendas brasileiras? O tempo resiste aos antigos que ainda se lembram dos contos e ainda fazem-se enfeitiçados por eles. Mas nossas crianças, futuras gerações de um país inundado de costumes e culturas diversas, não conhecem esses contos.

A verdadeira cultura morre aos poucos perdidas nas amarras do tempo sobre as grandes cidades. O mito resiste ao tempo, caso contrário não seria um mito. Mas como resgatar essa beleza? Passando oralmente essa ampla cultura como era feita outrora, como é feito em alguns lugares distantes do Brasil.

O folclore é a cultura de um povo, de um país, de uma civilização. Essas fábulas são a essência histórica e o engrandecimento cultural, o desenvolvimento do intelecto dos futuros cidadãos do país. Se o país continuar vivendo na marginalidade cultural talvez aconteça o que nunca ninguém jamais imaginou: O assassinato do mito, o assassinato de toda uma civilização e sua tradição, o assassinato da fantasia e dos contos que um dia fizeram questionar o medo ou espalharam histórias de amor.

As lendas soam, de fato, um aprendizado fantasioso, mas que além de sua magia, fazem o leitor navegar por mares da imaginação e derrotar toda a anticultura ainda eminente em nosso país nos dias atuais.

(Adaptação do texto de Letícia de Castro – Colunista Brasil Escola)

Fonte: http://www.brasilescola.com/folclore/assassinando-as-lendas-brasileiras.htm

Desafio: Jogo online: Tabuada do Dino

Sem título

http://www.escolagames.com.br/jogos/tabuadaDino/

Ranking – Tabuada do 7, nível difícil:

  1. Matheus
  2. João Pedro
  3. Julia
  4. João Marcos
  5. Manuela
  6. Henrique
  7. Ana P.
  8. Leonardo
  9. Maylon
  10. Natalia
  11. José Carlos
  12. Tais
  13. Ludimila
  14. Geovani
  15. Hudson
  16. Marieli

Ranking – Tabuada do 8, nível difícil:

  1. Matheus
  2. Manuela
  3. Julia
  4. João Marcos
  5. João Pedro
  6. Maylon
  7. Natalia
  8. Hiago
  9. Hudson
  10. Henrique
  11. José Carlos
  12. Ana P.
  13. Leonardo
  14. Geovani
  15. Ludimila
  16. Tais

Relatórios escolhidos pelos alunos – Trilha Ecológica dos Macacos

Trilha Ecológica dos Macacos

No dia 16 de agosto de 2013, às 13h, partimos de Macedônia à Mira Estrela. Chegamos na Trilha às 13h29min, este passeio durou 2 horas e 5 minutos.

Nesse passeio ecológico pude observar e aprender várias coisas, lá existem muitas plantas e macacos.

O guia, o senhor José Pedro, nos acompanhou e nos mostrou várias árvores como: paineira, aroeira, “espeteiro”, ipê, cedro rosa, cipó d’água, angico, entre outras.

A árvore que mais gostei foi a cedro rosa. O sr José Pedro nos relatou que ela está ameaçada de extinção, mas, futuramente, é a árvore que mais vai ter na trilha porque ela sobrevive ao tempo seco e chuvoso.

Algo muito interessante que eu aprendi foi sobre um cipó que contém água pura, podemos até tomar se um dia estivermos perdidos na mata.

Andamos bastante, 1200m, cansei muito, mas observei e aprendi várias coisas.

Os macacos são amáveis, mas confesso que fiquei com muito medo, só consegui dar uma banana para eles. Lá há três espécies de macacos: sagui, bugio e macaco-prego. Infelizmente não conseguimos ver o bugio.

Julia Fernandes de Carli

JULIA

Como é a Trilha Ecológica dos Macacos

Para você conseguir aproveitar o passeio, é preciso seguir algumas regras:

  1. Fazer silêncio para ouvir os sons da natureza e as explicações do guia.
  2. Não dar comida que você for comer aos animais porque só podemos dar frutas.
  3. Ouvir as explicações do guia para saber mais sobre a fauna e a flora.
  4. Respeitar tanto os animais quanto o meio ambiente.

Eu quis aproveitar ao máximo o nosso passeio, gostei de tudo e por um dia me senti com a alma tranquila. Nunca tinha ido lá, mas que é um lugar mágico é, e também vou levar as minhas dúvidas esclarecidas pelo resto da minha vida…

Confesso que senti um pouco de medo, mas depois fui ficando tranquila, como não poderia ficar tranquila com aquelas graciosidades perto de mim…

Também fiquei triste ao saber que algumas árvores estavam em extinção, como por exemplo o cedro rosa, uma árvore maravilhosa.

Também vimos árvores grandes e finas como o ‘olho-de-boi’ e árvores grandes e largas como a paineira e muitas outras.

Além de todas as árvores que me interessaram, a que mais me surpreendeu foi uma que solta água pelo seu tronco. Bom, havia tantas árvores lá que eu não me lembro o nome de todas, poxa, que pena!…

Eu só vou dizer mais uma coisa, vale a pena visitar a Trilha Ecológica dos Macacos, e não é tão longe, é só você ir até Mira Estrela e pedir informações se você não souber como chegar!

 

Manuela Carla de Oliveira

MANUELA

Trilha ecológica

Eu e minha classe (5º ano C) fomos passear na Trilha dos Macacos que fica em Mira Estrela.

A gente foi sexta-feira, dia 16 de agosto de 2013. Como transporte, utilizamos um ônibus escolar da Prefeitura Municipal de Macedônia. Fomos em 18 crianças e dois acompanhantes: a dona Sandra e minha professora Simone.

A gente pegou o ônibus aqui em frente a escola às 13h05min e chegou na trilha às 13h29min. Saímos da trilha às 14h49min e chegamos na escola às 15h10min. A visita duro 2 horas e 5 minutos.

Primeiro organizamos a fila e depois entramos no ônibus, fomos sentados juntos o Hudson e eu.

Quando chegamos lá, vimos macaquinhos antes mesmo de entrar. Escrevemos nossos nomes no caderno de visitantes.

A Ana Pereira e a Julia levaram bananas para a trilha, elas deram as bananas apar o senhor José Pedro que as cortou. Nós pegamos as bananas e demos para os macaquinhos, eles vinham pegar da nossa mão! Tinha que descascar senão eles jogavam as cascas na nossa cabeça.

Nós entramos na trilha e o sr José Pedro ia falando os nomes das árvores estranhas.

Descobrimos uma árvore que quando está nova, sai muita água se cortada. E sabia que podemos beber essa água? Quando está velha, sai pouquinha água.

Vimos também uma árvore em extinção que não lembro do nome porque é muito estranho. Tem também uma árvore enorme, a largura dela é muito grande.

Depois voltamos, comemos um lanche e tomamos suco, aí fomos embora.

Lá eu me diverti bastante, se vocês quiserem ir, podem ir com a escola ou com seus pais. Aceitem meu convite, vocês não vão se arrepender!

Ana Clara de Castro Mura

Trilha dos Macacos 5º ano C (62)