Sua imaginação é do tamanho do universo!

Uma das atividades do Ler e Escrever que eu mais gosto é esta:

Sequência didática: Estudo da ortografia – Atividade 2A: Lendo o poema e comentando.

poema021.jpg

Aproveito para conversar com os alunos sobre padrões e a importância de pensar “fora da caixa”. Após essa roda de conversa, falo que eles podem utilizar o espaço da sala de aula da maneira que quiserem e ilustrar o poema com os pensamentos e sentimentos que foram despertados com a leitura. Não é para apenas “desenhar o que está escrito”, é para ir além!

Iniciaram a atividade na sala e finalizaram em casa (pena que nem todos entregaram…). O resultado é sempre muito interessante:

IMG_20170504_135303712

poema009IMG_20170504_135059948poema010IMG_20170504_135050443IMG_20170504_135041099IMG_20170504_135309854poema020IMG_20170504_135331405IMG_20170504_135335487poema007IMG_20170504_135245111poema018poema008IMG_20170504_135323685poema019IMG_20170504_135254729IMG_20170504_135034513poema017IMG_20170504_125043365IMG_20170504_125137314poema002IMG_20170504_125116746poema006IMG_20170504_125052802poema001IMG_20170504_125144013poema014IMG_20170504_125111516_HDRpoema003poema005IMG_20170504_125029570poema004IMG_20170504_130248388poema011IMG_20170504_125124196poema012IMG_20170504_130229761poema015IMG_20170504_125149071_HDRpoema013IMG_20170504_125048083poema016

“Mais zen antes de começar a aula” (Revista Nova Escola)

Resultado de imagem para meditação na escola

Fazer uma meditação rápida antes do início das aulas traz muitos benefícios.

Comecei a fazer com as turmas do 5º ano B e 5º ano C no início desse ano.

Abaixo o link para a matéria completa, publicada no site da Revista Nova Escola:

Mais zen antes de começar a aula

E aqui, um link do site Mahatma Meditação Paz nas Escolas, com mais informações e metodologia (como fazer uma meditação simples).

Vale a pena a leitura: http://mahatmapaznasescolas.com.br/metodologia/

Que tal começar você também? 😉

 

9 mentiras e 1 verdade sobre o Desafio da Baleia Azul

 

 

Para ler a matéria completa, clique aqui: http://www.e-farsas.com/9-mentiras-e-1-verdade-sobre-o-desafio-da-baleia-azul.html.

O MAIS IMPORTANTE: NÃO ENTRE NESSE JOGO! SE ENTROU, SAIA E DENUNCIE AOS SEUS RESPONSÁVEIS, PROFESSORES, POLÍCIA,  NO PRÓPRIO FACEBOOK OU DISQUE DENÚNCIA 181.

PAIS: PRESTEM ATENÇÃO AO COMPORTAMENTO DE SEUS FILHOS!!!

E se você tem pensamentos suicidas ou conhece alguém que está passando por um quadro depressivo, Disque CVV no 141 ou visite o cvv.org.br.

Professor Pasquale responde: quando usar ‘porque’, ‘por que’ ‘porquê’ e ‘por quê’?

“Por que” separado

“O ‘por que’ separado sempre pode embutir a palavra ‘razão’ ou a palavra ‘motivo’”, explica o professor.

Isso vale para perguntas diretas – “Por que você não foi?” vira “Por que razão você não foi?” e “Por que você não pagou a conta?” vira “Por que motivo você não pagou a conta?”.

E também para frases terminadas com ponto final – “Você sabe por que eu ajo assim” vira “Você sabe por qual razão eu ajo assim” ou “Você sabe por qual motivo eu ajo assim”.

“E existe ainda um outro ‘por que’ separado”, acrescenta Pasquale. “Lembra aquela música? ‘Só eu sei as esquinas por que passei’, lembra?”.

Com esse exemplo, ele explica que o “por que” também é separado quando equivale a “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais”.

No caso da música, a letra também poderia ser: “Só eu sei as esquinas pelas quais passei”.

“Porque” junto

O “porque” junto é uma conjunção que indica causa, motivo, justificativa ou explicação.

Um exemplo: “Eu não fui porque estava doente”.

De acordo com o professor, “Porque estava doente” é a oração que indica a razão pela qual ele não foi.

Nesses casos, o “porque” é junto e sem acento.

Com isso, é possível existir “porque” junto mesmo em frases que terminam com interrogação, como esta: “Será que ela está chateada comigo porque eu não fui ao aniversário dela?”

Alguns professores recomendam tentar trocar o “porque” junto por “pois”. Se der certo, está correto o uso do “porque” junto.

“Por quê” separado com acento

O “por quê” separado e com acento é um “por que” separado localizado antes de uma pausa na fala ou na escrita.

“É preciso que haja uma pausa, um ponto final, um ponto de interrogação…” explica Pasquale.

Exemplo: “Por quê?”

Só isso. É o mesmo que perguntar “Por qual razão?”, “Por qual motivo?”.

De acordo com o professor, esse “quê” vira tônico na entonação. Assim, quando há um “por que” separado encerrando uma frase, ele ganha o acento e passa a ser “por quê”.

“Porquê” junto com acento

Nesse caso, o “porque” vira sinônimo da palavra “motivo”.

O professor exemplifica: “Qual é o porquê de tanta tristeza?”.

É o mesmo que perguntar “Qual é o motivo de tanta tristeza?”.

 

Daqui: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39572054?ocid=socialflow_facebook

(Nesse link há o vídeo do Professor Pasquale explicando.)