“Mais zen antes de começar a aula” (Revista Nova Escola)

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Fazer uma meditação rápida antes do início das aulas traz muitos benefícios.

Comecei a fazer com as turmas do 5º ano B e 5º ano C no início desse ano.

Abaixo o link para a matéria completa, publicada no site da Revista Nova Escola:

Mais zen antes de começar a aula

E aqui, um link do site Mahatma Meditação Paz nas Escolas, com mais informações e metodologia (como fazer uma meditação simples).

Vale a pena a leitura: http://mahatmapaznasescolas.com.br/metodologia/

Que tal começar você também? 😉

 

9 mentiras e 1 verdade sobre o Desafio da Baleia Azul

 

 

Para ler a matéria completa, clique aqui: http://www.e-farsas.com/9-mentiras-e-1-verdade-sobre-o-desafio-da-baleia-azul.html.

O MAIS IMPORTANTE: NÃO ENTRE NESSE JOGO! SE ENTROU, SAIA E DENUNCIE AOS SEUS RESPONSÁVEIS, PROFESSORES, POLÍCIA,  NO PRÓPRIO FACEBOOK OU DISQUE DENÚNCIA 181.

PAIS: PRESTEM ATENÇÃO AO COMPORTAMENTO DE SEUS FILHOS!!!

E se você tem pensamentos suicidas ou conhece alguém que está passando por um quadro depressivo, Disque CVV no 141 ou visite o cvv.org.br.

Professor Pasquale responde: quando usar ‘porque’, ‘por que’ ‘porquê’ e ‘por quê’?

“Por que” separado

“O ‘por que’ separado sempre pode embutir a palavra ‘razão’ ou a palavra ‘motivo’”, explica o professor.

Isso vale para perguntas diretas – “Por que você não foi?” vira “Por que razão você não foi?” e “Por que você não pagou a conta?” vira “Por que motivo você não pagou a conta?”.

E também para frases terminadas com ponto final – “Você sabe por que eu ajo assim” vira “Você sabe por qual razão eu ajo assim” ou “Você sabe por qual motivo eu ajo assim”.

“E existe ainda um outro ‘por que’ separado”, acrescenta Pasquale. “Lembra aquela música? ‘Só eu sei as esquinas por que passei’, lembra?”.

Com esse exemplo, ele explica que o “por que” também é separado quando equivale a “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais”.

No caso da música, a letra também poderia ser: “Só eu sei as esquinas pelas quais passei”.

“Porque” junto

O “porque” junto é uma conjunção que indica causa, motivo, justificativa ou explicação.

Um exemplo: “Eu não fui porque estava doente”.

De acordo com o professor, “Porque estava doente” é a oração que indica a razão pela qual ele não foi.

Nesses casos, o “porque” é junto e sem acento.

Com isso, é possível existir “porque” junto mesmo em frases que terminam com interrogação, como esta: “Será que ela está chateada comigo porque eu não fui ao aniversário dela?”

Alguns professores recomendam tentar trocar o “porque” junto por “pois”. Se der certo, está correto o uso do “porque” junto.

“Por quê” separado com acento

O “por quê” separado e com acento é um “por que” separado localizado antes de uma pausa na fala ou na escrita.

“É preciso que haja uma pausa, um ponto final, um ponto de interrogação…” explica Pasquale.

Exemplo: “Por quê?”

Só isso. É o mesmo que perguntar “Por qual razão?”, “Por qual motivo?”.

De acordo com o professor, esse “quê” vira tônico na entonação. Assim, quando há um “por que” separado encerrando uma frase, ele ganha o acento e passa a ser “por quê”.

“Porquê” junto com acento

Nesse caso, o “porque” vira sinônimo da palavra “motivo”.

O professor exemplifica: “Qual é o porquê de tanta tristeza?”.

É o mesmo que perguntar “Qual é o motivo de tanta tristeza?”.

 

Daqui: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39572054?ocid=socialflow_facebook

(Nesse link há o vídeo do Professor Pasquale explicando.)

Galeria do Meteorito

Sem título

Site muito interessante que traz notícias sobre astronomia e astronáutica, como este artigo:

Vídeo mostra o que um astronauta vê durante uma caminhada espacial

video mostra o que astronauta ve durante caminhada espacial

Descubra o ponto e vista de um astronauta que se aventura do lado de fora da Estação Espacial Internacional

Dois astronautas embarcaram em uma caminhada espacial fora da Estação Espacial Internacional (ISS) para realizar reparos na fonte de alimentação da estação. Os caminhadores espaciais concluíram todos os objetivos da missão em cerca de metade do tempo previsto, e em seguida, realizaram uma lista de “tarefas opcionais”.

A caminhada espacial foi realizada pelo então astronauta e comandante da Estação Espacial Internacional, Robert Shane Kimbrough, junto com o astronauta francês Thomas Pesquet, da Agência Espacial Europeia.

Usando uma câmera “à prova de vácuo” montada no peito de seu traje espacial, o astronauta francês registrou imagens fantásticas, que mostram o ponto de vista de um astronauta durante uma caminhada espacial. Com esse vídeo, é possível ter uma ligeira ideia da experiência vivida por aqueles que se aventuram no espaço.


Durante as caminhas espaciais, os astronautas ficam presos a cabos de aço atracados a região da sua barriga, chamados de cabos umbilicais, a fim de evitar que eles escapem da nave e se percam no espaço. Além disso, são realizadas diversas observações e medições para determinar se o “lado de fora” da estação estará seguro durante a caminhada, pois apesar dos trajes espaciais possuírem uma camada de kevlar, detritos espaciais podem perfurá-los, pondo em risco a vida dos astronautas.

As caminhadas espaciais são formalmente chamadas de “atividades extra-veiculares” (ExtraVehicular Activity, ou EVA, em inglês). A primeira caminhada no espaço foi realizada em 18 de março de 1965, pelo cosmonauta soviético Alexey Leonov, que passou 12 minutos do lado de fora da nave Voskhod 2 realizando reparos, e mais 12 minutos lutando por sua vida após ter uma problema com a pressurização de seu traje, o que dificultou sua reentrada na nave.

Mesmo após mais de 50 anos desde a primeira caminhada espacial, atualmente os astronautas que se aventuram do lado de fora da estação espacial ainda estão suscetíveis a pequenos imprevistos, mas este é o preço a se pagar pela exploração espacial. E no fim das contas, é uma experiência e tanto!…


Para ver muito mais, clique no link: http://www.galeriadometeorito.com/