Jogo das quatro operações – Ranking do dia 25/06/2013

1º – João Pedro – 216 pontos

2º Hiago – 134 pontos

3º Geovani – 132 pontos

4º Hudson – 110 pontos

5º Natalia – 98 pontos

6º Tais – 76 pontos

7º Leonardo – 46 pontos

8º José Carlos – 22 pontos

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E aí, consegue bater o recorde do João Pedro? 🙂

Para tentar, clique aqui:  http://www.tabuada.org/jogos-de-tabuada.php

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Projeto didático “Uma lenda, duas lendas, tantas lendas…” – Ler e Escrever

Reescrita coletiva lenda Beowulf e o dragão:

Imagem

Beowulf e o dragão

Havia um rei dinamarquês que era valente na guerra e sábio nos tempos de paz.

Esse rei dava festas maravilhosas com muitos convidados. Numa delas, todos ouviram um assobio atravessar o castelo: era o terrível Grandel, o monstruoso dragão que cuspia fogo e tinha olhos vermelhos. Ele engoliu o primeiro homem que viu, gostou tanto do sangue humano que atacou muitos outros, acabando com a paz que existia naquele lugar.

Nenhum dos guerreiros do reino conseguia vencê-lo e o palácio ficou abandonado.

Após dez anos, a história chegou aos ouvidos do corajoso guerreiro Beowulf que tinha a força de trinta homens. Então ele escolheu catorze combatentes e juntos viajaram para a Dinamarca.

Chegando lá, o rei perguntou-lhe:

– Quem é você, jovem cavaleiro?

– Sou sua salvação, meu nome é Beowulf.

Para celebrar a chegada do guerreiro, o rei fez uma esplêndida festa. Durante a comemoração, os portões caíram por terra… era novamente o gigantesco Grandel, suas garras eram espadas que rasgavam o chão. Antes que engolisse alguém, sentiu uma dor insuportável pois Beowulf estava apertandolhe a garganta com suas próprias mãos. Depois de matar Grandel, o guerreiro levou o corpo do monstruoso dragão e jogou no lago.

Ninguém sabia que o lago era o antro dos monstros onde morava uma velha feiticeira, mãe de Grandel. Ela resolveu vingar a morte de seu filho decidindo aprisionar o conselheiro do rei.

O rei e Beowulf montaram seus cavalos e foram até o lago. Lá avistaram a cabeça ensanguentada do conselheiro real boiando nas águas. Beowulf mergulhou até o fundo do lago e lá estava a bruxa sentada sobre ossadas humanas. Ela atacou Beowulf, mas ele foi mais rápido e com sua espada cortou a garganta da velha malvada, mesmo assim ela continuou a atacá-lo. Beowulf viu uma espada gigantesca e cortou fora a cabeça da horripilante feiticeira. Depois o herói encontrou o corpo de Grandel e resolveu cortar a cabeça dele também.

Infelizmente, após derrotar os monstros, recebeu uma mensagem avisando que seu tio, que era rei, tinha acabado de falecer. Beowulf sentiu saudade de sua terra natal e resolveu voltar. Como era o único herdeiro, foi coroado rei.

Durante cinquenta anos, Beowulf governou com justiça e liberdade, continuando forte. Porém recebeu a notícia que outro dragão incendiava a Dinamarca. Convocou seus melhores guerreiros e partiram para lá.

Chegando, o dragão já os esperava: da garganta dele saía fogo e fumaça verde.

Os homens fugiram apavorados, deixando apenas Beowulf e Wiglaf, o mais jovem de todos os cavaleiros.

Beowulf, esquecendo a espada, tentou matar o dragão com as mãos, nem parecia que tinha envelhecido. De repente vê que sua espada havia se partido ao meio, nesse momento é atingido pelas garras envenenadas do dragão. Sentindo o veneno penetrar nas profundezas de seu corpo, ouve uma voz gritando:

– Não tema, meu querido rei, estou a seu lado.

Era o fiel Wiglaf que atingiu o monstro sinistro com um golpe mortal.

Beowulf, antes de morrer, pronuncia as suas últimas palavras:

– Fiel Wiglaf, como você foi o mais corajoso, eu te nomeio rei. Como prova disso, te dou o meu anel.

Beowulf morreu tranquilo, pois sabia que Wiglaf governaria seu reino com paz, honestidade e justiça.